Há algum tempo ando incomodada pelos discursos pseudo-feministas espalhados pela internet e reproduzido indiscriminadamente nas rodas de conversa. Quando digo pseudo, quero dizer aquelas teorias que funcionam como um telefone sem fio, onde existe uma fonte, daí é repassado e repassado e repassado e cada vez que ela encontra um novo ouvinte, já chega com outra roupagem. Existem também os discursos feministas, propriamente dito, com teorias + ódio.
No momento estou integralmente em casa, cuidado do meu lar e da minha filha de 11 meses. Para muitas mulheres da atual sociedade isso é visto como uma forma de subjugação, como opressão. Muitas feministas e outras muitas mulheres (que não são necessariamente feministas) levantam a bandeira do "Lugar de mulher é onde ela quiser!" Será mesmo? Será que se nesse mesmo instante eu colocar no meu status de Facebook, que eu sou bela, recatada e do lar, não serei fuzilada e ferida mortalmente com uma enxurrada de comentários de pessoas que talvez eu nem conheça? E pior ainda, pessoas que nem me conhece!
Como pode, em pleno século XXI, eu ter receio de postar a minha opção de trabalho na minha rede social? Como posso ficar temerosa em postar que sou Cristã e tenho a Bíblia como referência, como regra de fé e prática? E entendam, não é vergonha de professar a fé, mas receio de dizer que sigo, quer dizer, tento seguir, um livro que é tido como machista e altamente retrógrado e receber comentários ofensivos, para não dizer ameças de todo o tipo...
Enfim, me fica o questionamento, posso mesmo, como mulher, ser e fazer e estar onde eu quiser?
Se sim, e eu sei que posso dentro da minha liberdade cristã, digo que sou sim, bela, recatada e do lar. A beleza, a feminilidade não exclui minha dignidade, minha força, minha inteligência, minha beleza não me torna menos. Ser recatada, não significa não sair com amigas ou fazer programas fora de casa, ou até mesmo tomar um vinho ou cerveja, ir a um show de um cantor ou banda que gosto muito, ou para quem gosta, ir até uma boate e dançar enquanto seus pés não reclamarem. Ser do lar não significa ser escrava, não significa trabalhar para outra pessoa, significa que você escolheu o trabalho em casa, e pense num trabalho que nunca tem fim! Não é menos honroso, não significa que eu não possa contar com a ajuda de quem mora lá comigo ou de outras pessoas.
Eu escolhi ser mãe e cuidar do meu lar integralmente. E não me arrependo, enquanto nós (minha família) pudermos viver nesse formato, viveremos, Bruno faz a parte dele fora de casa e eu faço a minha dentro de casa. Cada um com o seu papel bem definido.
UFA!!! Como é bom poder falar abertamente a minha escolha. Sei que têm pessoas que pensam completamente diferente e talvez queiram vir discordar de mim, aqui. Fique à vontade, você é totalmente bem vindo para discordar e deixar sua opinião, podemos debater e crescermos juntos. Mas se o intuito for só desferir seu veneno de ódio, quando terminar (se quiser terminar) de ler, apenas ignore o que leu e vamos continuar com nossos pontos de vista. Em paz, com amor.
O texto abaixo é de uma mulher, mãe, esposa, jornalista e livre para assumir o que pensa. Me identifiquei muito com o ponto de vista, e ela expressou muito melhor do que eu que: LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER!
No momento estou integralmente em casa, cuidado do meu lar e da minha filha de 11 meses. Para muitas mulheres da atual sociedade isso é visto como uma forma de subjugação, como opressão. Muitas feministas e outras muitas mulheres (que não são necessariamente feministas) levantam a bandeira do "Lugar de mulher é onde ela quiser!" Será mesmo? Será que se nesse mesmo instante eu colocar no meu status de Facebook, que eu sou bela, recatada e do lar, não serei fuzilada e ferida mortalmente com uma enxurrada de comentários de pessoas que talvez eu nem conheça? E pior ainda, pessoas que nem me conhece!
Como pode, em pleno século XXI, eu ter receio de postar a minha opção de trabalho na minha rede social? Como posso ficar temerosa em postar que sou Cristã e tenho a Bíblia como referência, como regra de fé e prática? E entendam, não é vergonha de professar a fé, mas receio de dizer que sigo, quer dizer, tento seguir, um livro que é tido como machista e altamente retrógrado e receber comentários ofensivos, para não dizer ameças de todo o tipo...
Enfim, me fica o questionamento, posso mesmo, como mulher, ser e fazer e estar onde eu quiser?
Se sim, e eu sei que posso dentro da minha liberdade cristã, digo que sou sim, bela, recatada e do lar. A beleza, a feminilidade não exclui minha dignidade, minha força, minha inteligência, minha beleza não me torna menos. Ser recatada, não significa não sair com amigas ou fazer programas fora de casa, ou até mesmo tomar um vinho ou cerveja, ir a um show de um cantor ou banda que gosto muito, ou para quem gosta, ir até uma boate e dançar enquanto seus pés não reclamarem. Ser do lar não significa ser escrava, não significa trabalhar para outra pessoa, significa que você escolheu o trabalho em casa, e pense num trabalho que nunca tem fim! Não é menos honroso, não significa que eu não possa contar com a ajuda de quem mora lá comigo ou de outras pessoas.
Eu escolhi ser mãe e cuidar do meu lar integralmente. E não me arrependo, enquanto nós (minha família) pudermos viver nesse formato, viveremos, Bruno faz a parte dele fora de casa e eu faço a minha dentro de casa. Cada um com o seu papel bem definido.
UFA!!! Como é bom poder falar abertamente a minha escolha. Sei que têm pessoas que pensam completamente diferente e talvez queiram vir discordar de mim, aqui. Fique à vontade, você é totalmente bem vindo para discordar e deixar sua opinião, podemos debater e crescermos juntos. Mas se o intuito for só desferir seu veneno de ódio, quando terminar (se quiser terminar) de ler, apenas ignore o que leu e vamos continuar com nossos pontos de vista. Em paz, com amor.
O texto abaixo é de uma mulher, mãe, esposa, jornalista e livre para assumir o que pensa. Me identifiquei muito com o ponto de vista, e ela expressou muito melhor do que eu que: LUGAR DE MULHER É ONDE ELA QUISER!
Giselle Lemos
Vale a leitura:
Um dia a mulher se casou... Ganhou marido, filhos, fogão, geladeira, um avental e tornou-se dona de casa.
Um dia a mulher tirou o avental... Deixou a casa, o marido, os filhos e foi às ruas lutar pelos seus direitos.
Um dia a mulher vestiu o terninho... Pegou a bolsa, a chave do carro, deixou o filho na escola, o marido no trabalho, e foi liderar uma equipe.
Um dia a mulher decidiu ser mãe na crise... Deixou o trabalho, vestiu o avental e pediu seu primeiro emprego de volta: tornou-se novamente dona de casa.
Quero refletir sobre algo que tenho visto muito nas redes sociais. mulheres chamando donas de casa de machistas. Ser mulher independe de estar dentro de um escritório, de ter seu próprio cartão de crédito, de viverem guerra contra o sexo oposto.
Não existe machismo nenhum em ser dona de casa, em trabalhar durante o dia para manter o lar em ordem, em cuidar dos filhos, fazer a janta, em ser carinhosa com o companheiro.
Dona de casa também é profissão.
Cuidar do marido que merece ser cuidado não é ser escrava. Ser mãe em tempo integral é uma linda decisão.
Quantas mulheres, depois da maternidade deixaram o emprego porque não conseguiram vagas nas creches públicas, porque pagar creches particulares não compensaria o retorno ao trabalho, ou simplesmente por uma filosofia de vida: 'eu quero cuidar do meu filho'.
E essas mulheres não são menos mulheres por isso. Pelo contrário... Nos dias de hoje, em que o preconceito é a arma preferida para se fazer guerra, colocar um avental e segurar uma mamadeira é atitude de coragem. Abandonar emprego e passar a depender do dinheiro do marido para cuidar do filho é ser heroína.
Um dia a mulher tirou o avental... Deixou a casa, o marido, os filhos e foi às ruas lutar pelos seus direitos. Dentre tantas conquistas, essa atitude histórica possibilitou que tempos depois a mulher voltasse a vestir o avental sem ser agredida, física ou emocionalmente.
E isso vale para homens e para outras mulheres também.
Francielli Rezende - @Franmissmae
Um dia a mulher tirou o avental... Deixou a casa, o marido, os filhos e foi às ruas lutar pelos seus direitos.
Um dia a mulher vestiu o terninho... Pegou a bolsa, a chave do carro, deixou o filho na escola, o marido no trabalho, e foi liderar uma equipe.
Um dia a mulher decidiu ser mãe na crise... Deixou o trabalho, vestiu o avental e pediu seu primeiro emprego de volta: tornou-se novamente dona de casa.
Quero refletir sobre algo que tenho visto muito nas redes sociais. mulheres chamando donas de casa de machistas. Ser mulher independe de estar dentro de um escritório, de ter seu próprio cartão de crédito, de viverem guerra contra o sexo oposto.
Não existe machismo nenhum em ser dona de casa, em trabalhar durante o dia para manter o lar em ordem, em cuidar dos filhos, fazer a janta, em ser carinhosa com o companheiro.
Dona de casa também é profissão.
Cuidar do marido que merece ser cuidado não é ser escrava. Ser mãe em tempo integral é uma linda decisão.
Quantas mulheres, depois da maternidade deixaram o emprego porque não conseguiram vagas nas creches públicas, porque pagar creches particulares não compensaria o retorno ao trabalho, ou simplesmente por uma filosofia de vida: 'eu quero cuidar do meu filho'.
E essas mulheres não são menos mulheres por isso. Pelo contrário... Nos dias de hoje, em que o preconceito é a arma preferida para se fazer guerra, colocar um avental e segurar uma mamadeira é atitude de coragem. Abandonar emprego e passar a depender do dinheiro do marido para cuidar do filho é ser heroína.
Um dia a mulher tirou o avental... Deixou a casa, o marido, os filhos e foi às ruas lutar pelos seus direitos. Dentre tantas conquistas, essa atitude histórica possibilitou que tempos depois a mulher voltasse a vestir o avental sem ser agredida, física ou emocionalmente.
E isso vale para homens e para outras mulheres também.
Francielli Rezende - @Franmissmae

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